Roberto Piva,
pra quem não sabe,
é Poeta Maldito.
Precisa dizer que é maldito?
No Brasil, basta dizer que é Poeta.
Piva, cansado das luzes
da Paulicéia Desvairada,
que nesses cinqüenta anos,
insistem em não brilhar pra ele,
deixou o centro da cidade
e foi acender a sua própria vela
na Serra da Cantareira.
Lá, mais feiticeiro do que nunca,
continua Poeta.
Toda manhã ouve o cantar dos pássaros.
Toda noite vê o jaguar pastando no seu quintal.
Ah, Piva! Queria dedicar-te um bom poema,
mas diante de ti o meu verso se quebra.
Em prosa também não posso,
que a minha filosofia não alcança.
Deixo-te apenas o título, Roberto Piva:
O ÚLTIMO PAJÉ DE SAMPA
Cinema, Escritura, Fotografia, Poesia e Literatura
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
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