A história, segundo Foucalt, nos cerca e nos delimita;
não diz o que somos,
mas aquilo que estamos em vias de diferir;
não estabelece nossa identidade,
mas a dissipa em proveito do outro que somos.
É por isso Paulo,
que de quando em quando,
apagamos a vela
E atravessamos o dia
em busca da noite
que re-inaugura nossa pardia.
É quando nos encontramos um no outro
cabeça
integrada
no corpo
livre, leve e solto,
de alma vazia.
(d. m. a.)
Cinema, Escritura, Fotografia, Poesia e Literatura
sexta-feira, 18 de abril de 2008
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